Antônio Guilherme Gonçalo, jovem nascido e criado no seio de uma família de educadores, acaba de ser aceito na prestigiada Sorbonne, em Paris, uma das instituições de ensino mais antigas e respeitadas do planeta.segunda-feira, 4 de maio de 2026
Antônio Guilherme Gonçalo, jovem nascido e criado no seio de uma família de educadores, acaba de ser aceito na prestigiada Sorbonne, em Paris, uma das instituições de ensino mais antigas e respeitadas do planeta.
Antônio Guilherme Gonçalo, jovem nascido e criado no seio de uma família de educadores, acaba de ser aceito na prestigiada Sorbonne, em Paris, uma das instituições de ensino mais antigas e respeitadas do planeta.Modernização na hotelaria: check-in digital passa a ser obrigatório e Sebrae alerta para adequação.
Hotéis, pousadas e meios de
hospedagem devem implementar a ficha digital dos hóspedes. Iniciativa gera
economia e garante mais agilidade e segurança.
Com isso, as operações de check-in devem ficar mais rápidas e com menos burocracia. Diego Leite, do hotel Abbeville, em São Luís, que já está com o sistema em funcionamento, destaca a importância da medida.
“Nosso sistema está rodando perfeitamente e não teremos mudanças drásticas. Tivemos facilidade em nos adequar e o sistema já faz tudo automaticamente. No pré check-in, o hóspede preenche a ficha digital e nós acessamos os dados, com segurança em respeito à LGPD, sem que ele precise preencher nada em papel. Na recepção, o cliente só precisa assinar a ficha. Isso traz mais agilidade e facilidade para a gestão”, explica o empreendedor.
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“Adequação
é fundamental para a modernização do sistema de check-in”, reforça Gilvandro
Oliveira, da Vila Capininga Ecopousada Santo Amaro. |
Com apoio do Sebrae, seminário discute o potencial bilionário da Economia do Mar no Maranhão
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| 7º Seminário Economia do Mar acontece em São Luís com participação do Sebrae e debate o desenvolvimento sustentável no setor (Sebrae / Divulgação). |
São
Luís entra na rota dos grandes debates sobre inovação e uso sustentável de
recursos oceânicos. No dia 14 de maio, será realizado o 7º Seminário Economia
do Mar, reunindo empresários, especialistas do setor e representantes de
instituições públicas e privadas. O evento é organizado pela Associação
Brasileira das Empresas da Economia do Mar (ABEEMAR) e conta com correalização
do Sebrae e da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA).
Ao
longo do dia, o seminário será dividido em painéis que abordam diferentes
frentes da economia do mar, conectando desenvolvimento econômico, inovação e
sustentabilidade. A programação começa com a discussão sobre o potencial da
Margem Equatorial para o Maranhão e os desafios para tornar cidades costeiras
mais resilientes.
Na
sequência, entram em pauta temas ligados à infraestrutura, com foco na
integração entre portos e logística, além de tecnologia e transformação digital
no setor.
O
empreendedorismo aparece como um dos eixos centrais, com destaque para o Selo
Azul – Cidades Costeiras, iniciativa que busca estruturar municípios para
atrair investimentos a partir do uso sustentável de recursos oceânicos. A
agenda inclui ainda discussões sobre o avanço da energia eólica offshore e
encerra com um painel voltado às oportunidades de mercado, mostrando caminhos
para empresas que desejam fazer negócios com a Petrobras.
“O
seminário é uma oportunidade estratégica para alinhar visões, compartilhar
conhecimento e construir soluções que fortaleçam a economia do mar no Brasil,
especialmente em regiões com grande potencial como o Maranhão”, destaca João
Azeredo, presidente da ABEEMAR.
Conexões e articulação setorial
Além
dos painéis, o seminário funciona como um espaço de articulação entre
diferentes setores, promovendo networking e troca de experiências entre
empresas, especialistas e instituições. A expectativa é reunir um público
qualificado, favorecendo a geração de parcerias e negócios.
Luiz
Fernando Renner, vice-presidente executivo da FIEMA, destacou que o Maranhão
precisa olhar com mais atenção para a Economia do Mar. Segundo ele, atividades
como a operação do Porto do Itaqui, o hub de combustíveis da Petrobras, o
escoamento de grãos pelo Arco Norte e o transporte aquaviário são exemplos que
mostram o potencial econômico da região costeira do estado, onde existem mais
de 30 municípios que podem se beneficiar desse arranjo.
Renner
alertou, por exemplo, para a subexploração da pesca artesanal, hoje
majoritariamente informal e sem números precisos, e defendeu investimentos em
qualificação profissional, criação de cooperativas e desenvolvimento de
indústrias pesqueiras para agregar valor às cadeias produtivas. “Com o
seminário, temos a intenção de avançar com propostas concretas para promover a
Economia do Mar no estado”, antecipou.
“Áreas
como energia, logística e serviços têm impulsionado o avanço da Economia do
Mar. O seminário contribui para organizar melhor esse cenário, dar visibilidade
às oportunidades e aproximar empresas de diferentes portes dessas novas
demandas”, destaca o presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae
Maranhão, Celso Gonçalo.
Esse
movimento está diretamente relacionado à força da economia marítima no Brasil.
O conjunto de atividades ligadas ao oceano corresponde a cerca de 20% do PIB,
movimentando mais de R$ 1 trilhão ao ano. Só o transporte marítimo, por
exemplo, concentra aproximadamente 95% do comércio exterior do país.
Além
da força logística, o setor reúne áreas estratégicas como a produção de
petróleo e gás, o avanço da energia eólica offshore, a pesca e a aquicultura,
fundamentais para a alimentação, e o turismo costeiro, que impulsiona economias
locais. Também cresce o espaço para inovação, com a biotecnologia marinha
ganhando destaque no desenvolvimento de novos produtos.


